domingo, 10 de julho de 2011

Ajudar, SEMPRE!

Após algum tempo de reflexão decidi encerrar os meus comentários neste meu blogue, os tempos mudaram e sinto que neste momento não devo enquanto Presidente de uma Associação de cariz social comentar a vida local e nacional.
Não porque não tenha opinião ou porque tê-la é delito, claro que não é e não abdico dessa minha condição enquanto cidadão livre e independente, assim como em qualquer outra função que entenda ser útil ao Concelho de Odivelas.
Até lá e enquanto voluntário e dirigente do Movimento Odivelas no Coração irei estar apenas disponível para aquilo que me parece mais oportuno e mais urgente que é ajudar quem mais precisa, estarei a desempenhar esta função na primeira linha, com todo o empenho e com o coração, sem qualquer estigma e em colaboração com todos, acreditando e fazendo acreditar que é possível viver melhor.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Topo e fundo 4

Mês de Junho é o período em que se festejam os santos populares e para fazer jus à tradição as Freguesias de Caneças e Ramada organizaram mais um ano as suas marchas populares, pela tradição, pelo esforço financeiro e pelo empenho tenho que atribuir esse mérito aos organizadores e dar-lhes o topo da escala.
Os comportamentos de um eleito local devem ser sempre pautados não só na forma como se verifica esse desempenho, mas também pelo respeito que os eleitores devem merecer de quem tem a responsabilidade de os representar, por essas razões não posso deixar de classificar como negativo tudo o que aconteceu na reunião da Câmara de Odivelas do dia 21 e colocar os protagonistas no fundo da escala.

sábado, 2 de julho de 2011

Tantos deputados para quê?

Quanto mais vejo os debates que se realizam na Assembleia da República, mais forte fica a minha convicção da inutilidade da presença de grande parte dos deputados eleitos, para quê 230 se 180 chegam e sobram, tem de haver bom senso por parte dos partidos políticos para chegarem aos 2/3 necessários que lhes permita aprovar esta alteração, seria sem dúvida um bom passo que ajudaria a credibilizar a casa da democracia.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Topo e fundo 3

Num momento em que se exige de todos os maiores sacrifícios, face ao estado em que o nosso País se encontra, designo como topo a todos aqueles que revelando uma enorme coragem decidiram aceitar fazer parte do actual Governo e desejar-lhes as maiores felicidades na governação de Portugal.
Ao inverso e pelas mesmas razões designo como fundo os dirigentes sindicais que na sua prática de parceiros sociais, praticam permanentemente o mesmo discurso de discórdia e de ameaças provocando e incitando à conflitualidade social.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A ferro e fogo

Quando a Europa se debate com problemas financeiros graves e que se encontra numa situação extremamente difícil para assumir as suas dívidas e os compromissos financeiros futuros, eis que os dirigentes sindicais profissionalizados e que não fazem mais nada na vida, têm vindo a criticar todas as medidas e a apelar ao protesto, à greve e à violência, não para resolver quaisquer problema dos trabalhadores, o que seria desejável, mas sim para colocar os países a ferro e fogo, deixando-os sem retorno a qualquer modelo de vida normal, isto é o que eu chamo "Quanto pior melhor".

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Topo e fundo II

Sem rodeios e depois do que se passou no passado dia 5 de Junho o meu topo vai inteiramente e merecidamente para o povo portugês que despediu com justa causa o candidato do PS e 1º Ministro nos últimos 6 anos.
O meu fundo vai para o Jornal de Odivelas que ao longo do período pré-eleitoral e eleitoral publicitou tudo o que se passou no Concelho de Odivelas sobre a campanha eleitoral do PS e curiosamente no jornal publicado no passado dia 9 de Junho, nem sequer os resultados eleitorais do Concelho publicou.
É assim a vida!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Desolação

Ainda me lembro do dia em que o então Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Manuel Varges, anunciava com satisfação que a Urbanização da Quinta da Memória para além dos arranjos exteriores de qualidade iria contemplar áreas de lazer e convívio entre as quais uma zona designada por “docas”.
Logo após a conclusão desta zona habitacional se verificou que os arranjos exteriores não estavam nem de perto nem de longe de acordo com os anúncios então proferidos e volvidos pelo menos 5 anos constata-se da degradação de um espaço que nunca funcionou e que apresenta uma imagem deplorável.
Desde as pequenas cavidades no solo que deveriam ser uns pequenos lagos com água às pérgolas sem vegetação e aos passadiços de madeira sem madeira, tudo isto faz parte de algo que a Câmara recebeu e não mantém e também não trata como devia, para além da ausência das “docas”.
Como se isto não chegasse temos um Rio da Costa inundado de lixo e uma zona de protecção transformada num autêntico matagal, mostrando um total desleixo num projecto cujo financiamento onerou o orçamento municipal.
Pergunto, porquê aprovar projectos que no papel são interessantes e que na prática não são funcionais e nem sequer servem os objectivos de utilização dos moradores e da população que ali se desloca?
Pergunto, porquê gastar dinheiro num projecto de requalificação do Rio da Costa e das suas margens, transformando-as sem dúvida numa zona apetecível, para depois a negligência se instalar e deixar que tudo se deteriore e apresente imagens pouco dignas de um espaço que tem todas as condições para ser muito visitado e utilizado?
Tenho a certeza que a Srª Presidente de Câmara concorda comigo, por isso é necessário exigir a quem tem esta responsabilidade que actue urgentemente e minimize os estragos causados ao longo destes anos.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Topo e fundo

A partir desta semana e sempre que se justifique deixarei aqui a minha opinião sobre os destaques positivos e negativos da semana, sendo que nesta primeira semana pronuncio-me sobre:

TOPO: Realização da Taça Mundial de Judo Feminina no Pavilhão Multiusos de Odivelas nos
dias 11 e 12 de Junho - Uma iniciativa de carácter internacional e de grande destaque
para o Concelho de Odivelas

FUNDO: Erros e anomalias da nova Escola do Casal dos Apréstimos - Para além dos prejuízos
funcionais para os utentes há a considerar a imagem negativa que fica da equipa
técnica responsável pela obra

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O País não aguenta!

Depois de algum tempo de ausência e de acordo com o que me comprometi durante o período pré-eleitoral e eleitoral, volto agora a manifestar as minhas análises ao quotidiano da vida do Concelho e do País.
Desde o momento em que grande parte dos portugueses através dos Pec´s e dos Orçamentos de Estado começaram a pagar a factura do desvario da governação de Portugal, estava implícito que esses mesmos portugueses iriam um dia mais tarde pagar ainda mais para ajudar à recuperação das finanças públicas.
Foram sempre os mesmos a pagar, ou seja aqueles que vivem do seu salário e que dependem do seu ordenado para se alimentarem a si e à família e ainda aqueles que não podendo pagar deixaram de poder viver como todos os outros, porque ficaram desempregados resultante da falência das empresas onde trabalhavam.
Dos desvarios governativos, passando pelo sacrifício dos trabalhadores e empresários, ao pedido de ajuda externa foi um passo muito pequeno e por isso hoje vamos ter de cumprir um acordo que ainda vai onerar mais os portugueses e que não pode nem deve contemplar atitudes e reacções extremas dos parceiros sociais, sob pena de todos nós não podermos viver ainda um pouco de uma vida mais tranquila e mais qualitativa.
Atentos aos fenómenos sociais e com os diversos avisos de greves e ameaças de luta num momento caótico em que vivemos, que a concretizarem-se podem conduzir o país a estragos irreparáveis e sem retorno, comprometendo o nosso futuro, entendo que os responsáveis devem ter bom senso e evitar o incendiamento das relações entre os diversos parceiros da nossa vida política e social.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

5 de Junho a quanto obrigas!

Tem sido notada a minha ausência neste blogue sobre a minha visão da actualidade no País e no Concelho, claro que essa ausência tem sido intencional e assim vai continuar até 5 de Junho de 2011 de forma a não permitir que em cima das minhas opiniões se pretenda fazer prevalecer esta ou aquela posição que eventualmente possa favorecer este ou aquele projecto, todos sabem o que penso sobre o que não é bom, mas ninguém sabe o que penso sobre qual será o melhor e esse é um segredo meu!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A violência e o desporto!

Face à contínua e permanente prática de várias claques do futebol e também de muitos adeptos que teimam manifestar-se violentamente e selváticamente, expressando-se indelicadamente com impropérios de baixo nível, interrogo-me se vale a pena assistir a um jogo de futebol. Há alguns anos atrás concluí que não me sentia bem num ambiente onde a prática de algumas pessoas frequentadoras de espectáculos desportivos é desferir ofensas a tudo e a todos, destruindo o nosso gosto por um espectáculo emotivo e de grande beleza, por isso abandonei as minhas idas aos estádios de futebol. Hoje dou por mim a pensar se há algum mal em ser adepto desta ou daquela modalidade, qual o mal em ter preferência clubística ou não ter, qual o mal em festejar uma vitória num jogo ou num campeonato, qual o mal em sermos amigos com afectividades divergentes e sabermos respeitar os nossos adversários sejam quais forem os resultados. Estou certo que todos pensarão não haver qualquer mal se este mundo desportivo pudesse ter comportamentos civilizados e respeitosos, infelizmente isso não acontece e muito por culpa de quem passa a vida a lançar achas para a fogueira ou a desculpar-se com os seus inêxitos, manipulando os adeptos e as claques estimulando-os às más práticas e à violência. Apesar de gostar de ver um bom jogo de futebol, não contem comigo para fazer parte desse mundo violento, vou continuar apenas a assistir pela televisão e vibrar com os resultados do meu clube que é o Benfica e esperar que ele ganhe os jogos das competições onde entra e aplaudir as vitórias dos clubes portugueses em competições internacionais, mas se isso não acontecer também saberei saudar os vitoriosos, sejam eles quais forem. Agora que o campeonato terminou e está decidido o seu vencedor, resta-me dar os parabéns ao grande clube que é o Porto. Viva o Benfica!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Para que serve a APAV?

No passado dia 21 de Março o Movimento Odivelas no Coração organizou um debate sobre a Violência Doméstica, tendo sido convidados os seguintes oradores; Dr. Plácido Monteiro (Magistrado do Ministério Público), Drª. Dália Costa (Socióloga e Docente Universitária), Dr. Barra da Costa (Ex-Inspector da Polícia Judiciária), Comissária Luísa Monteiro (Directora do Contrato Local de Segurança de Loures) e uma representante da APAV, todos aceitaram o convite e participaram no mesmo com excepção da representante da APAV. Neste debate de grande qualidade em que todos os oradores deram a sua opinião acerca da situação real e transmitiram contributos que de acordo com a sua visão poderiam vir a melhorar algumas respostas relativamente aos casos denunciados, houve no entanto a denúncia do Dr. Barra da Costa relativamente à APAV e outras entidades que estão mais preocupadas com o lobbie de poder do que com a resolução dos problemas e manifestou ainda a sua desilusão por a APAV não estar presente para a confrontar com alguns procedimentos. Neste debate denunciou-se um caso que o Movimento Odivelas no Coração está a acompanhar e infelizmente poucos dias depois essa vítima foi de novo agredida e como lhe competia participou à polícia, foi ao hospital e à Segurança Social e teve de ser retirada de casa para dormir com as suas duas filhas de 10 e 2 anos na pensão onde costumam pernoitar as vítimas de violência doméstica. Contactada a APAV sobre o acontecido a esta vítima que já estava referenciada nesta entidade por maus tratos físicos, verbais e psicológicos, respondeu a responsável que ia sair para uma reunião numa escola e que ligasse para o 144. , se dúvidas houvesse sobre a inutilidade da existência de uma associação que não cumpre as obrigações para a qual foi criada, bastaram apenas poucos dias para se demonstrar a justiça do que tinha sido denunciado pelo Dr. Barra da Costa. Porque as verdades devem ser ditas, não posso deixar de manifestar a forma extremamente profissional e humana com que a PSP e a Segurança Social trataram do caso no imediato e acrescentar que também a Câmara Municipal de Odivelas logo que recebeu um email enviado em 22 de Fevereiro por mim próprio em nome do Movimento Odivelas no Coração, antecipou uma visita e reunião que estava agendada para o dia 16 de Março, como também após o conhecimento deste desenvolvimento através de telefonema para o Sr. Chefe de Gabinete da Srª Presidente da Câmara, houve da sua parte compreensão e a palavra de que iria junto dos serviços ver o que seria possível fazer. Sobre o comportamento e funcionamento da APAV cada um tirará as suas conclusões, mas talvez se compreenda porque razão a APAV não se fez representar no debate e da inutilidade da existência de uma associação que não cumpre as obrigações para a qual foi criada, bastaram apenas poucos dias para se demonstrar a justiça do que tinha sido denunciado pelo Dr. Barra da Costa.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Escondam por favor...

Parte do país está com medo de saber qual a sua situação financeira real do Estado, porquê pergunto eu? Será que esse receio terá a ver com o descontrolo das contas públicas? Será que existem por aí compromissos a pagar e que esses fornecedores estejam a aguardar instruções para o melhor momento de envio das facturas, transformando dívida em não dívida e assim adiar os pagamentos? Infelizmente tudo leva a crer que isto é verdade e que vivemos no país do faz de conta e dos ses, seria no entanto bem melhor que fosse do conhecimento público a realidade financeira e o estado das contas, assim para além de contarmos com o que nos espera durante os próximos anos, teríamos a oportunidade de com mais rigor e esclarecimento julgar eleitoralmente os autores desta façanha. Se governar mal por seguir políticas erradas, tem um preço a pagar, a omissão quando premeditada é um acto grave de gestão cuja intenção é enganar a oposição, influenciar os parceiros e a opinião pública e isso não é desculpável, tanto mais que estes actos para além de reiterados, fazem parte duma escola política que tem desbaratado e destruído o país e que está no poder há seis anos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

O País e Odivelas no seu pior!

Começa a ser do conhecimento público as despesas excessivas do estado gastando o que não tem e projectando para o futuro a factura a pagar pelas gerações mais novas e por aquelas que ainda hão-de vir.
Por aquilo que está neste momento apurado a dívida soberana do estado ascende a cerca de 152 mil milhões de euros, sem contar com as dívidas das empresas públicas, do BPN, dos buracos que ainda estão por descobrir e ainda das PPP cujo valor se aproxima dos 50.000 milhões de euros a pagar durante 40 anos no equivalente a um BPN por ano, este é para já o legado de José Sócrates.
Por cá a Câmara Municipal de Odivelas gasta também o que não tem e não paga a quem deve, a sua dívida oficial atinge os cerca de 62 milhões de euros, dos quais cerca de 21 milhões são a fornecedores que não conseguem receber o que forneceram à Câmara, havendo ainda a considerar as verbas correspondentes às PPP a pagar até 2034 que totalizam cerca de mais 60 milhões de euros.
Se isto já é grave, mais grave se torna continuar na senda de novas obras que independentemente das suas prioridades ou não, custam muito dinheiro e que não há possibilidade de pagar, sob pena de muitos outros compromissos ficarem para trás, para além dos que já não se conseguem cumprir, por este caminho o legado de Susana Amador vai ser ainda muito pior quando saír.

terça-feira, 22 de março de 2011

MAUS PAGADORES

Ainda sobre as dívidas da Câmara Municipal de Odivelas aos seus fornecedores, volto a divulgar o post que publiquei em 27 de Novembro de 2010 e que se mantém actualizado, até porque a Presidente da Câmara afirmou que não consegue pagar aos fornecedores, ou seja não paga o que comprou, o que reparou e o que mandou fazer:

MAUS PAGADORES!
É público que as dívidas oficiais desta gestão da Câmara Municipal de Odivelas, estão muito acima da dívida encontrada em 2005.
É público que esta dívida não contempla a construção do Pavilhão Multiusos e da Escola dos Apréstimos, as quais ascendem a um valor aproximado dos 65 milhões de euros.
É público que a soma destas dívidas rondam os cerca de 130 milhões de euros e também é público que a receita da Câmara ronda os cerca de 60 milhões de euros anuais, portanto muito acima das suas possibilidades.
Também é público que a Câmara não está a honrar os seus compromissos e que está a pagar a prazos muito dilatados e que existem empresas em enormes dificuldades financeiras que não conseguem receber antes do prazo de um ano e isto para alguns, porque para outros ultrapassa e bem esse prazo.
É ainda público que esta desgovernação e esta leviandade de gestão põe em causa muitas empresas e a manutenção de centenas de postos de trabalho.
Porque será que a Presidente, os Vereadores e os Srs. Eleitos não suspendem os seus ordenados e os seus abonos, porque razão continuam a receber mensalmente e os outros têm de esperar?
Porque razão existem muitas empresas que não querem trabalhar com a Câmara Municipal de Odivelas?
Meus senhores parem para pensar, reflictam sobre o mal que estão a fazer a este concelho, sejam criteriosos na vossa gestão e paguem a quem devem.

quarta-feira, 9 de março de 2011

A obra fala por si...

A minha terra natal é Monsanto na Beira Baixa e talvez por essa razão provávelmente sou muito mais sensível aos problemas relacionados com a desertificação do interior do País que muitos daqueles que nasceram nos grandes centros urbanos ou no litoral.
Tenho assistido com muita tristeza às políticas que este governo tem posto em prática e que penalizam sobretudo estas populações que nada têm e que vivem longe de tudo.
Quem não ouviu falar na desactivação da única escola da aldeia levando as crianças dessas zonas a ter que percorrer muitos quilómetros e a levantarem-se muito mais cedo e a chegar muito mais tarde a casa!
Quem não ouviu falar da desactivação do pequeno Centro de Saúde que servia um conjunto de aldeias, obrigando agora os mais idosos a percorrer muitos quilómetros e a gastar o pouco dinheiro que têm e que é oriundo das suas baixas reformas!
Quem não ouviu falar da desactivação das linhas de caminhos de ferro que serviam as populações que vivem nos locais mais afastados!
Quem não ouviu falar na supressão de carreiras rodoviárias que serviam um conjunto de aldeias e que deixaram as populações de mãos vazias!
Quem não ouviu falar na desactivação de estações de CTT que eram um dos únicos elos de ligação com o mundo exterior a essas aldeias!
Pior que nada fazer para melhorar a vida dessas gentes e criar condições para levar ao interior pessoas que queiram começar uma nova vida é destruir tudo o que existe e criar terras fantasmas, porque tudo vai caindo e as pessoas vão desaparecendo.
Esta é a obra de um governo PS que se diz socialista!

domingo, 6 de março de 2011

O protesto já começou...

Muito sinceramente o Festival da Canção de 2011 esteve ao nível de outros realizados em anos anteriores, ou seja desenquadrado daquilo que se pretende para representar um país num certame europeu, falta alguma inspiração aos autores das canções apuradas.
Há no entanto a registar a escolha do público na sua votação que protagonizou a reviravolta nos resultados finais e a surpresa de vitória da canção ganhadora "Os homens da luta".
Tal acontecimento poderia ser considerado normal se a votação do público tivesse determinado uma outra canção a vencer o festival, no entanto e considerando a carga política da canção temos de concluir que houve intenção clara em dar o 1º lugar aos "Homens da luta".
Quem votou quis dizer que afinal não é parvo...e que o seu voto foi mesmo de protesto!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Morte privatizada!

Muito recentemente a Câmara Municipal de Odivelas deliberou aprovar um conjunto de investimentos no Cemitério de Odivelas que muito beneficiará este equipamento e trará certamente outra dignidade ao mesmo.
Não posso no entanto deixar de manifestar a minha total surpresa da entrega do referido Cemitério a privados, concessionando-o.
Só mesmo numa Terra de Oportunidades “para alguns” e para a Câmara Municipal de Odivelas é que se chega ao cúmulo de privatizar a morte.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O Xico da Memória e "Os sem voz"

Sou da mesma opinião. Os vereadores também são políticos e devem ter direito a construir a sua carreira política. Para tal, precisam de ser conhecidos eles, as suas ideias, os seus projectos, as suas iniciativas, as suas realizações. Os munícipes devem ser conhecedores do valor de cada um deles. Neste município, realmente os vereadores não têm voz. Só a presidente. Porquê? Não lhes reconhece competência? Não quer repartir com eles os louros do sucesso? Sendo assim, terá que assumir também todos os erros. Ninguém consegue, sozinho, realizar bons projectos. Além disso, um órgão que assim funciona, dá muito má imagem. O respeito pelo valor e trabalho de toda a equipa é uma norma democrática. Isto é um anacronismo, para não dizer que é uma anornal vergonha municipal.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Comentários sobre "Os sem voz"

Maria Máxima Vaz disse...
O Sr. Vítor veio falar de um tema que é muito importante e devia ser objecto de discussão. Para mim é pacífico que um executivo é um órgão colegial e não presidencial. Desde sempre estive ligada ao trabalho autárquico e sempre foram essas as práticas e são hoje respeitadas e seguidas em geral. Os vereadores gerem os pelouros que lhe foram confiados, escolhem os seus colaboradores, organizam com eles o seu trabalho, propõem as iniciativas a levar a cabo e respondem por elas perante os companheiros de equipa e perante o público. E assinam. Eles é que dão conhecimento público e falam das suas áreas. Quem vemos na comunicação social a falar do turismo em Óbidos? O vereador do turismo. Quem vem falar de cultura em Alcobaça? O vereador da cultura.Estes exemplos são extensivos a todas as autarquias, excepto uma no país. Mas no passado recente, era mesmo uma prática sem nenhuma excepção.E assim é que está correcto. Centralizar há muito que deixou de se praticar e não é aceite, mesmo que apenas em teoria.