Na minha flutuante leitura diária e no acompanhamento que faço da vida pública local, nacional ou internacional e independentemente do que penso, gosto também de saber o que esses protagonistas políticos pensam e fazem.
Quando estamos de fora e não vivemos as estratégias e combates políticos por dentro as nossas posições são muito mais desapaixonadas e isentas e talvez por isso há da nossa parte um juízo mais justo nas apreciações que fazemos.
Se como alguns dizem os autarcas são eleitos e não podem ser removidos e eu concordo, também existem alguns que são eleitos e não têm o mínimo de vocação para o exercício de funções públicas, mas isso todos sabemos e penso ser pacífico.
Mas o que na minha opinião não é pacífico é os autarcas serem eleitos e em alguns órgãos não terem voz na actividade que desenvolvem e a população não conhecer as suas posições e o trabalho que realizam ou os projectos existentes para execução nas áreas que estão à sua responsabilidade.
Se estiverem atentos, verificam que na Câmara Municipal de Odivelas raramente vêm um eleito a dar conta do seu trabalho e a exprimir as suas posições, alguns deles fazem-no esporadicamente sobre um ou outro assunto e nas reuniões acenando com a cabeça mesmo que não concordem.
Se compararmos esta actuação com outros eleitos de outras câmaras municipais, verificamos que o seu protagonismo está patente nas reais delegações de competências que recebem dos presidentes de câmara, por cá provavelmente nenhum tem a autonomia suficiente para decidir sobre assuntos relacionados com as áreas que lhes estão afectas e sobretudo em investimentos a efectuar e que fazem parte dos seus objectivos subjacentes a planos de trabalho e orçamentos aprovados, as suas decisões acabam por resultar em despesas de rotina ou assuntos do dia a dia.
Talvez por isso ache muito estranho que por cá se utilize muito a esfarrapada argumentação da democracia representativa e da condição dos eleitos enquanto tal, já que no dia a dia não se respeita essa condição e se faça permanentemente a remoção da delegação de competências e da voz.
Quando estamos de fora e não vivemos as estratégias e combates políticos por dentro as nossas posições são muito mais desapaixonadas e isentas e talvez por isso há da nossa parte um juízo mais justo nas apreciações que fazemos.
Se como alguns dizem os autarcas são eleitos e não podem ser removidos e eu concordo, também existem alguns que são eleitos e não têm o mínimo de vocação para o exercício de funções públicas, mas isso todos sabemos e penso ser pacífico.
Mas o que na minha opinião não é pacífico é os autarcas serem eleitos e em alguns órgãos não terem voz na actividade que desenvolvem e a população não conhecer as suas posições e o trabalho que realizam ou os projectos existentes para execução nas áreas que estão à sua responsabilidade.
Se estiverem atentos, verificam que na Câmara Municipal de Odivelas raramente vêm um eleito a dar conta do seu trabalho e a exprimir as suas posições, alguns deles fazem-no esporadicamente sobre um ou outro assunto e nas reuniões acenando com a cabeça mesmo que não concordem.
Se compararmos esta actuação com outros eleitos de outras câmaras municipais, verificamos que o seu protagonismo está patente nas reais delegações de competências que recebem dos presidentes de câmara, por cá provavelmente nenhum tem a autonomia suficiente para decidir sobre assuntos relacionados com as áreas que lhes estão afectas e sobretudo em investimentos a efectuar e que fazem parte dos seus objectivos subjacentes a planos de trabalho e orçamentos aprovados, as suas decisões acabam por resultar em despesas de rotina ou assuntos do dia a dia.
Talvez por isso ache muito estranho que por cá se utilize muito a esfarrapada argumentação da democracia representativa e da condição dos eleitos enquanto tal, já que no dia a dia não se respeita essa condição e se faça permanentemente a remoção da delegação de competências e da voz.