Pois é flutuante é um estado que naturalmente essa senhora Eduarda Barros terá grande capacidade para ser em qualquer meio, seja ele aquático ou outro....
Segundo julgo saber, tem-se mantido sempre atrás por manifesta incompetência para seguir à frente...Como professora,posso opinar com conhecimento de causa, uma grande nódoa!
È um facto que os competentes controlam os resultados e os incompetentes as pessoas!
Este ditado:"Vozes de burro(a) não chegam ao céu", além de sábio e verdadeiro vem muito a propósito!
Este blogue pretende ser um espaço de liberdade num contexto de sociedade viciada onde a ética e a moral são cada vez mais raras. Esta realidade é um modelo perigoso, que a fazer escola periga o direito à diferença de opinião e à nossa liberdade. É pois neste contexto que a partir desta data passarei a partilhar semanalmente as minhas análises e reflexões sobre a nossa vida concelhia. Vitor Peixoto
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Maria Máxima Vaz, disse...
Sr. Vítor, agradeço as suas palavras em minha defesa. Sabe, até foi bom essa criatura ter deitado fora o seu veneno. Toda a gente conhece a competência de que deu provas e o seu nome está de rastos. Já teve respostas e ficaram a saber o que as pessoas pensam. Eu tive muitas pessoas a declararem-me a sua solidariedade. O meu trabalho de cidadania não tem o objectivo de "tachos", nem de dinheiro; não sigo pessoas. Sigo valores. Quando constato que não vão pelo meu caminho, não vou atrás delas. Continuo pelo meu. Valorizo a seriedade, a honestidade, o conhecimento a dignidade. Claro que nem todos aguentam, mas não queiram que eu abandone o meu projecto de vida. Por que o faria?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Afinal quem é flutuante?
A Drª Máxima Vaz é um expoente máximo na colaboração enquanto historiadora com o Concelho de Loures e o Concelho de Odivelas, foi homenageada muito justamente pela Câmara Municipal de Loures e pela Junta de Freguesia de Odivelas.
Há no entanto quem por motivos meramente partidários e invejosos tende a desvalorizar um percurso com este valor e esta riqueza e essa infeliz intervenção coube à Deputada Municipal do PS Eduarda Barros que apelidou a Drª Máxima Vaz de historiadora flutuante.
Claro que todos sabemos as razões porque Eduarda Barros precisa de fazer estas intervenções, por um lado para agradar ao poder providencial que lhe arranjou um lugarzinho de Comissária da Igualdade e das Minoria Étnicas em substituição da despromoção de Vereadora por não ter qualquer capacidade para o desempenho dessas funções.
Afinal quem é a flutuante? Alguém como a Drª Máxima Vaz que com raro brilhantismo conhece, escreve e intervém sobre a história de um povo e de um território ou uma pessoa como a Drª Eduarda Barros que tratou tão mal as áreas que dirigiu enquanto vereadora e que se refugia em lugares dirigidos especificamente a boys para não ter de desenvolver a sua actividade profissional como professora, claro que não é preciso pensar nada sobre quem é ou não flutuante.
Há no entanto quem por motivos meramente partidários e invejosos tende a desvalorizar um percurso com este valor e esta riqueza e essa infeliz intervenção coube à Deputada Municipal do PS Eduarda Barros que apelidou a Drª Máxima Vaz de historiadora flutuante.
Claro que todos sabemos as razões porque Eduarda Barros precisa de fazer estas intervenções, por um lado para agradar ao poder providencial que lhe arranjou um lugarzinho de Comissária da Igualdade e das Minoria Étnicas em substituição da despromoção de Vereadora por não ter qualquer capacidade para o desempenho dessas funções.
Afinal quem é a flutuante? Alguém como a Drª Máxima Vaz que com raro brilhantismo conhece, escreve e intervém sobre a história de um povo e de um território ou uma pessoa como a Drª Eduarda Barros que tratou tão mal as áreas que dirigiu enquanto vereadora e que se refugia em lugares dirigidos especificamente a boys para não ter de desenvolver a sua actividade profissional como professora, claro que não é preciso pensar nada sobre quem é ou não flutuante.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Salvar o naufrágio eis a questão!
Todos sabemos que os vereadores eleitos no actual sistema eleitoral não podem ser demitidos, mas isso não retira a quem tem a responsabilidade de lhes atribuir competências que é a Presidente de Câmara de a cada momento fazer uma análise sobre a vocação para o desempenho desta ou daquela função.
Não querendo ser o juiz da avaliação do trabalho efectuado por cada um dos vereadores com funções atribuídas pela Srª Presidente da Câmara, não posso no entanto deixar de referir e não serei o primeiro a fazê-lo que o Vereador das Actividades Económicas Mário Máximo está completamente deslocado da realidade deste sector de actividade e que por isso mesmo não deveria continuar à frente deste pelouro.
Por outro lado pelas mesmas razões não posso deixar de referir e também não serei o primeiro a fazê-lo que a Vereadora dos Assuntos Sociais Fernanda Franchi para além do erro de escolha para esta área revela uma enorme insensibilidade para o desempenho de tal função a par da sua estrutura de nulidade na competência de tal cargo, isto para não falar das consequentes falhas na área da educação que apenas têm vindo a ser colmatadas pela competência do corpo técnico existente nos quadros da Câmara Municipal.
Claro que nem tudo é mau, existem pessoas dentro do actual executivo camarário com capacidades e cujo desempenho tem demonstrado uma invulgar aptência para as áreas que têm à sua responsabilidade e se esse trabalho fosse visível talvez a nota de satisfação do colectivo fosse positiva, mas sobre esse desempenho debruçar-me-ei no momento oportuno.
Ficará claro que em nenhum caso deixarei de me pronunciar sobre a justiça destas críticas e reparos a todos aqueles que são incompetentes, prepotentes, arrogantes, insensíveis a tudo o que mexe na sociedade civil, mas o momento é de rectificar os erros cometidos e essa competência é da Srª Presidente de Câmara e se não o fizer será igualmente responsável de tudo o que venha a acontecer nestas áreas.
Não querendo ser o juiz da avaliação do trabalho efectuado por cada um dos vereadores com funções atribuídas pela Srª Presidente da Câmara, não posso no entanto deixar de referir e não serei o primeiro a fazê-lo que o Vereador das Actividades Económicas Mário Máximo está completamente deslocado da realidade deste sector de actividade e que por isso mesmo não deveria continuar à frente deste pelouro.
Por outro lado pelas mesmas razões não posso deixar de referir e também não serei o primeiro a fazê-lo que a Vereadora dos Assuntos Sociais Fernanda Franchi para além do erro de escolha para esta área revela uma enorme insensibilidade para o desempenho de tal função a par da sua estrutura de nulidade na competência de tal cargo, isto para não falar das consequentes falhas na área da educação que apenas têm vindo a ser colmatadas pela competência do corpo técnico existente nos quadros da Câmara Municipal.
Claro que nem tudo é mau, existem pessoas dentro do actual executivo camarário com capacidades e cujo desempenho tem demonstrado uma invulgar aptência para as áreas que têm à sua responsabilidade e se esse trabalho fosse visível talvez a nota de satisfação do colectivo fosse positiva, mas sobre esse desempenho debruçar-me-ei no momento oportuno.
Ficará claro que em nenhum caso deixarei de me pronunciar sobre a justiça destas críticas e reparos a todos aqueles que são incompetentes, prepotentes, arrogantes, insensíveis a tudo o que mexe na sociedade civil, mas o momento é de rectificar os erros cometidos e essa competência é da Srª Presidente de Câmara e se não o fizer será igualmente responsável de tudo o que venha a acontecer nestas áreas.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Passear e jantar ou governar?
Enquanto o povo se debate com enormes dificuldades para subsistir a esta avalanche de medidas de austeridade que penalizam sobretudo os mais frágeis e os que estão dependentes da sua força de trabalho, o socialista faz de conta 1º Ministro José Sócrates, anda pelo país a lançar primeiras pedras e a organizar jantares-debate tentando iludir aqueles que o ouvem e desbaratando dinheiro que nos faz falta.
Sob a sigla do Governo Presente há outros ministros socialistas faz de conta que o acompanham e participam nesta fantochada que mais não é do que campanha eleitoral.
Se em vez de passearem e comer jantares à conta, poderiam pelo menos governar!
Sob a sigla do Governo Presente há outros ministros socialistas faz de conta que o acompanham e participam nesta fantochada que mais não é do que campanha eleitoral.
Se em vez de passearem e comer jantares à conta, poderiam pelo menos governar!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Os poderosos!
Um socialista faz de conta chamado Armando Vara, foi ao Centro de Saúde, passou à frente de toda a gente, entrou no gabinete da médica sem ser chamado e apesar dos protestos da médica exigiu-lhe um atestado porque estava com pressa e tinha que apanhar o avião.
Isto não é para todos é só para alguns poderosos!
Isto não é para todos é só para alguns poderosos!
Actividades económicas sem futuro!
O Vereador Independente Paulo Aido afirmou que o Vereador das Actividades Económicas Mário Máximo é um entrave à realização de iniciativas que visem a revitalização das Actividades Económicas e do Comércio Local.
Estas declarações estão baseadas na falta de vontade do referido vereador em realizar em 2011 uma exposição de actividades económicas designadas por “Odimostra”, por ter criado uma Confraria da Marmelada quando já havia outra e gastar desnecessariamente alguns milhares de euros do erário público e por virar as costas a propostas e ideias que vêm de outras áreas políticas. como foi o caso do projecto “Pensar Odivelas”, que tinha como objectivo estimular o Comércio Local.
Acrescento a estas declarações que o M.O.C. em 15 de Junho de 2010 realizou um debate sobre o Comércio Local, tendo o Vereador Mário Máximo optado por não comparecer, mostrando o seu desprezo e desinteresse por uma iniciativa vinda da sociedade civil e cujo objectivo era ouvir e partilhar sobre os problemas com que se debate este sector económico e o seu futuro no Concelho de Odivelas
Apesar de correr o risco de ver aprovado em Reunião de Câmara um voto de indignação, não posso deixar de apoiar as declarações do Vereador Paulo Aido e outras que são públicas, como as do Deputado Municipal Miguel Xara Brasil e manifestar por esta via a minha opinião de que o Vereador Mário Máximo não tem condições nem competência para desempenhar as funções na área das actividades económicas.
Claro que ninguém acredita na possibilidade desta situação se vir a alterar, mas estou certo que a Srª Presidente de Câmara prestaria um bom serviço ao Concelho de Odivelas se fizesse uma redistribuição de pelouros entregando esta área a outro vereador.
Estas declarações estão baseadas na falta de vontade do referido vereador em realizar em 2011 uma exposição de actividades económicas designadas por “Odimostra”, por ter criado uma Confraria da Marmelada quando já havia outra e gastar desnecessariamente alguns milhares de euros do erário público e por virar as costas a propostas e ideias que vêm de outras áreas políticas. como foi o caso do projecto “Pensar Odivelas”, que tinha como objectivo estimular o Comércio Local.
Acrescento a estas declarações que o M.O.C. em 15 de Junho de 2010 realizou um debate sobre o Comércio Local, tendo o Vereador Mário Máximo optado por não comparecer, mostrando o seu desprezo e desinteresse por uma iniciativa vinda da sociedade civil e cujo objectivo era ouvir e partilhar sobre os problemas com que se debate este sector económico e o seu futuro no Concelho de Odivelas
Apesar de correr o risco de ver aprovado em Reunião de Câmara um voto de indignação, não posso deixar de apoiar as declarações do Vereador Paulo Aido e outras que são públicas, como as do Deputado Municipal Miguel Xara Brasil e manifestar por esta via a minha opinião de que o Vereador Mário Máximo não tem condições nem competência para desempenhar as funções na área das actividades económicas.
Claro que ninguém acredita na possibilidade desta situação se vir a alterar, mas estou certo que a Srª Presidente de Câmara prestaria um bom serviço ao Concelho de Odivelas se fizesse uma redistribuição de pelouros entregando esta área a outro vereador.
Subscrever:
Mensagens (Atom)